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Psiconhecimento

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Frases de Psicoterapeutas

domingo, 22 de março de 2009

"A raça humana enfrentaria o pior, o mais devastador desastre dos desastres se, de repente, chegasse, de uma só vez, a ter pleno conhecimento da função da Vida, da função do orgasmo, e dos segredos do assassinato de Cristo. Há boas e justas razões para que a raça humana tenha-se recusado a conhecer a profundidade e a verdadeira dinâmica de sua miséria crônica. Uma tal erupção repentina de conhecimentos paralisaria e destruiria tudo o que, de certa forma, mantém a sociedade caminhando, a despeito das guerras, da fome, dos massacres emocionais, da miséria das crianças, etc." Wilhelm Reich

"O psíquico faz parte do vivo, mas o vivo não é nem uma parte nem idêntico ao psíquico. Por conseguinte, pode-se corretamente avaliar o território psíquico a partir do ponto de vista do vivo, mas não se pode compreender o vivo apenas do ponto de vista do psíquico. Podemos avançar, assertivamente, do psíquico para o vivo apenas se tomarmos como ponto de partida aquilo que o psíquico tem em comum com o vivo, e não aquilo que o diferencia do vivo. Em termos concretos, tem sido demonstrado, através da descoberta da energia cósmica (isto é, do orgone), que é possível avançar dos afetos psíquicos via as excitações fisiológicas, para a luminação celular biológica, e daí para a energia celular biológica, e da energia celular para a energia orgone atmosférica. Mas é impossível ir em direção à energia orgone atmosférica a partir de uma idéia obsessiva ou uma fantasia histérica de estupro." Wilhelm Reich

"Que eu faça um mendigo sentar-se à minha mesa, que eu perdoe aquele que me ofende e me esforce por amar, inclusive o meu inimigo, em nome de Cristo, tudo isto, naturalmente, não deixa de ser uma grande virtude. O que faço ao menor dos meus irmãos é ao próprio Cristo que faço. Mas o que acontecerá, se descubro, porventura, que o menor, o mais miserável de todos, o mais pobre dos mendigos, o mais insolente dos meus caluniadores, o meu inimigo, reside dentro de mim, sou eu mesmo, e precisa da esmola da minha bondade, e que eu mesmo sou o inimigo que é necessário amar?" Carl Gustav Jung

"A alma é muito mais complexa e inacessível do que o corpo. Poder-se-ia dizer que é essa metade do mundo não existente senão na medida em que dela se toma consciência. Assim, pois, a alma não é só um problema pessoal, mas um problema do mundo inteiro, e é a esse mundo inteiro que a psiquiatria deve se referir." Carl Gustav Jung

"Na verdade não sou de forma alguma um homem de ciência, nem um observador, nem um experimentador, nem um pensador. Sou, por temperamento, nada mais que um conquistador - um aventureiro, em outras palavras - com toda a curiosidade, ousadia e tenacidade características desse tipo de homem." Sigmund Freud

"A felicidade é um problema individual. Aqui, nenhum conselho é válido. Cada um deve procurar, por si, tornar-se feliz." Sigmundo Freud

"A educação é o estabelecimento de comportamentos que serão vantajosos para o indivíduo e para outros em algum tempo futuro" Burrhus Fredric Skinner

"Muitas instruções arranjadas parecem "artificial", mas nada há de errado com isso. É o professor da função de forjar as condições em que os alunos aprendem. Ela sempre foi a tarefa da educação formal para criar comportamento que seria útil ou agradável, em um estudante da vida." Burrhus Fredric Skinner

Postado por Munekhtew às 15:36  

Albert Bandura

sexta-feira, 20 de março de 2009

Albert Bandura nasceu em 4 de dezembro de 1925 na pequena cidade de Mundare em Alberta do Norte, Canada. Foi educado em uma pequena escola do ensino fundamental em um edifício com recursos mínimo. mas com uma significativa taxa de sucesso. No final do ensino médio, trabalhou durante o verão enchendo buracos no Alaska Higway em Yukou. Formou-se em bacharel em psicologia pela Universidade da Colúmbia Britânica em 1949, e recebeu o título de doutor pela Universidade do Estado de Iowa, em 1952, onde foi influenciado pela tradição do behaviorismo e pela teoria da aprendizagem, conheceu Virginia Varns, uma instrutora de enfermagem. Eles se casaram e mais tarde tiveram duas filhas. Após a graduação, teve uma candidatura para o pós-doutorado no Wichita Guidance Center, Wichita, Kansas. Em 1953, começou a ensinar na Universidade de Stanford, Enquanto lá, ele colaborou com o seu primeiro aluno, Richard Walters, resultando em um livro intitulado, "Adolescent Aggression", em 1959. Entretanto, Walters morreu jovem em um acidente de carro. O professor Bandura foi presidente da associação Americana de Psicologia em 1974 e recebeu desta o prêmio por Ilustres Contribuições Científicas em 1980. Ele entrou para a Universidade de Stanford em 1953, onde trabalha até os dias de hoje.

Interesses

Bandura fez treinamento em psicologia clínica e ao longo dos anos, tem demonstrado inovações na área da aprendizagem, observando problemas motivacionais sutis, relacionados à agressão e, ultimamente, tem olhado para a agressão definida em termos de moralidade e de códigos morais. Também formulou uma versão do comportamentalismo denominada teoria cognitiva social.

Teoria

A teoria de Bandura é uma formar de comportamentalismo, que procura concentrar-se na forma de observação do comportamento dos individuos em interação. Ressalta também o papel do reforço na aquisição e modificação dos comportamentos pessoais. Para Bandura, as respostas comportamentais não são automaticamente "produzidas" por estímulos externos como a de um robô ou uma máquina, mas sim, as reações a estímulos são auto-ativadas. Quando um reforço exterior altera o comportamento, ele o faz porque o indivíduo tem percepção consciente do que está sendo reforçado e antecipa o mesmo reforço por comportar-se da mesma maneira. Comportamento, com sua ênfase em métodos experimentais, incide sobre as variáves que pode ser observado, medido, manipulado, e rejeita qualquer coisa que é subjetiva, e não interna. No método experimental, o procedimento e a de manipular uma variável e, em seguida, medir seus efeitos sobre a outra. Tudo isso leva a teoria da personalidade dita que o ambiente influencia em nosso comportamento. Bandura, considerou que isso era um pouco mais simples para os fenômenos observados, e, por isso, decidiu acrescentar um pouco mais à fórmula sugerida, que o meio ambiente provoca comportamento, e é certo, mas esse comportamento fazer o ambiente também. Definindo este conceito com o nome de determinismo reciproco, o mundo e o comportamento de uma pessoa que provoca mutualmente.

Estudo

Primeiramente, Bandura começou estudando a agressão em crianças. Juntamente com Dick Walters, fizeram um estudo de campo sobre antecedentes familiares na agressão, e descobriram que os melhores precursores eram o estilo de vida que as famílias exemplificavam e reforçavam. O comportamento que os pais mostravam e as atitudes que eles exibiam quanto a expressão da agressão, tanto em casa como fora dela, emergiram como determinantes de importância. Começou, então, a desenvolver estudos de laboratório e também paradigmas de modelagem, para examinar sistematicamente os efeitos da exposição a modelos agressivos sobre o comportamento das crianças. Os estudos experimentais em que foram utilizadas metodologias rigorosas, demonstraram que, a curto prazo, a exposição a modelos agressivos na televisão conduz a comportamentos agressivos nas crianças expectadoras, o que confirma a posição teórica de Bandura a respeito do fator modelo na aquisição e manutenção de comportamentos. Ou seja, o comportamento agressivo se adquiri através do exemplo, através da experiência direta e também da interação com fatores estruturais. As pessoas são instigadas à agressão por influências modeladoras, vendo outros agredirem. E através de experiências adversativas – insultos pessoais, ataques físicos, oposição ao comportamento dirigido a uma meta, reduções adversas na qualidade da vida.

A agressão é mantida por vários fatores. É mantida por conseqüências externas – recompensas materiais, recompensas sociais e status. Ela é também reforçada quando as pessoas aliviam o tratamento primitivo através de recursos defensivos. O desempenho da agressão é afetado pelas recompensas ou punições observadas – reforço substitutivo. Uma das melhores maneiras de reduzir a agressão é através do fortalecimento de outras respostas que tenham valor funcional. Por exemplo, verifica-se que pessoas que recorrem à agressão física para resolver seus conflitos interpessoais geralmente têm baixa habilidade verbal (daí uma ocorrência maior de agressão física na classe social baixa). Se aprenderem a resolver verbalmente este tipo de conflito, o comportamento de agressão decresce. Outra maneira de modificar o comportamento agressivo é através da apresentação de modelos que exibam respostas socialmente aceitas (por exemplo, cooperação). No livro sobre agressão, Bandura destaca quatro formas diferentes para tentar reduzir a modelagem comercial da violência na televisão. Uma delas refere-se ao controle pelo Congresso. É através da proibição daquilo que não tem valor que as mudanças de comportamento são bem estabelecidas. A segunda abordagem é o autocontrole da produção. Como o gênero ação-aventura é econômico, os programas violentos tornaram-se predominantes na televisão. Outra abordagem é o desenvolvimento de um sistema para monitorar o nível de violência e por último, o desenvolvimento de uma programação alternativa, fora dos meios comerciais, através da qual influenciaria a televisão comercial.

Autores que usaram como referencia

Em Iowa, Bandura foi influenciado por Kenneth Spence, que tinha trabalhado com Clark Hull (1943, 1951,1952) em Yale, e pelos escritos de Miller e Dollard, principalmente com o livro "Imitação e aprendizagem" escrito por eles. Este foi um estímulo para alguns dos seus primeiros trabalhos: "Social Learning and Imitation" Interessou-se pelo desenvolvimento da noção de experiência substitutiva e da série de fenômenos que poderiam ser explicados através de uma abordagem de aprendizagem social. Com base na teoria da aprendizagem de Hull, na teoria Skinneriana e nos conceitos de modelagem e imitação, sua pesquisa resultou em uma notável abordagem da modificação do comportamento mais ampla e mais orientada pelo social, que ele chama de Teoria da Aprendizagem Social.

Conclusão

As pesquisas de Bandura, suas teorias e aplicações foram bem aceitas na psicologia. Foram utilizadas no estudo do comportamento em laboratório e em sua modificação em clínica. Para ele, as pessoas aprendem muito através da imitação, o que o levou a interessar-se pela aprendizagem pela observação e a formular sua teoria cognitiva social, envolvendo-se com questões referentes à agressão e a auto-eficácia. Bandura também desenvolveu terapias comportamentais que têm sido utilizadas em várias situações na nossa atual sociedade, ou seja, uma sociedade tecnológica, na qual a importância do fator modelo é enorme. As crianças aprendem não apenas o que lhes é dito que devem fazer, mas principalmente o que vêem ser feitos por outras pessoas. Enquanto antigamente os modelos eram quase que exclusivamente os pais e membros mais próximos da família, hoje os modelos são fornecidos geralmente pelos jornais, revistas, cinema e, especialmente, a televisão. Pode-se destacar a grande importância da aplicação dos estudos de Bandura nas questões educacionais, podendo ser bem estabelecidas pelas escolas, onde bons professores podem servir de modelos a fim de incentivar ou estimular o gosto pelo estudo, uma vez que imitação do professor, feita pelos alunos, é evidente dentro das salas de aula.

Postado por Munekhtew às 21:01  

As fobias

A fobia(do grego φόβος "phóbos" "medo) é o medo irracional, intenso e persistente de certas situações, atividades ou coisas pessoais. No ponto de vista clínico a fobia faz parte do aspecto das doenças da ansiedade, geralmente as fobias surgem da combinação de eventos externos ou internos.

Lista de fobias conhecidas:

A

Ablutofobia - medo de tomar banho
Acarofobia - medo de coceira ou de insetos que causam coceira
Acerofobia - medo de coisas ácidas
Acluofobia - medo de escuro ou escuridão
Acrofobia - medo de altura
Acusticofobia - medo de barulho
Aerofobia - medo de ventos, engolir ar ou aspirar substâncias tóxicas
Aeroacrofobia - medo de lugar aberto e alto
Aeronausifobia - medo de vomitar (quando viaja de avião)
Agliofobia - medo de dor
Afefobia - medo de ser tocado
Agorafobia - medo de lugares abertos, de estar na multidão, lugares públicos (mercados, shopping, supermercados) ou deixar lugar seguro
Agrafobia - medo de abuso sexual
Agrizoofobia - medo de animais selvagens
Agirofobia - medo de ruas ou cruzamento de ruas
Aicmofobia - medo de agulhas de injeção ou objetos pontudos
Ailurofobia - medo de gatos
Albuminurofobia - medo de doença renal
Algifobia - medo de dor
Aliumfobia - medo de alho
Alodoxafobia - medo de opiniões
Altofobia - medo de alturas
Amatofobia - medo de poeiras
Amaxofobia - medo de dirigir carros
Ambulofobia - medo de andar
Amnesifobia - medo de amnésia
Amicofobia - medo de coçar
Anablefobia - medo de olhar para cima
Ancraofobia ou anemofobia - medo de ventos
Androfobia - medo de homens
Anemofobia - medo de ventos
Anginofobia - medo de engasgar
Anglofobia - medo da Inglaterra, cultura inglesa, etc.
Angrofobia – medo de tornar-se raivoso
Anquilofobia - medo da imobilidade das juntas
Antropofobia - medo de pessoas ou da sociedade
Antlofobia - medo de enchentes
Anuptafobia - medo de ficar solteiro (a)
Apeirofobia - medo de infinito
Apifobia - medo de abelhas
Apotemnofobia - medo de pessoas amputadas
Aracnefobia ou aracnofobia - medo de aranhas
Aritmofobia - medo de números
Arrenfobia - medo de homens
Assimetrofobia - medo de coisas assimétricas
Astenofobia - medo de desmaiar ou ter fraqueza
Astrafobia ou astrapofobia - medo de trovões e relâmpagos
Astrofobia - medo de estrelas e céu
Ataxiofobia - medo de ataxia (descoordenação muscular)
Ataxofobia - medo de desleixo
Atazagorafobia - medo de ficar esquecido ou ignorado
Atelofobia - medo de imperfeições
Atefobia - medo de ruínas
Atomosofobia - medo de explosões atômicas
Atiquifobia - medo do fracasso
Aurofobia - medo de ouro
Autodisomofobia - medo de alguém com cheiro horrível
Autofobia - Medo de ficar só ou sozinho
Automatonofobia - medo de boneco do ventríloquo, criaturas animatrônicas, estátuas de cera (qualquer coisa que represente falsamente um ser sensível)
Automisofobia - Medo de ficar sujo
Aviofobia ou aviatofobia - Medo de voar de avião

B

Bacilofobia - medo de micróbios
Bacteriofobia - medo de bactéria
Balistofobia - medo de mísseis
Basofobia ou basifobia - medo de andar ou cair (inabilidade de ficar em pé)
Batofobia - medo de profundidade
Batonofobia - medo de plantas
Batofobia - medo de alturas ou ficar fechado em edifícios altos
Batracnofobia - medo de anfíbios (como sapos, salamandras, rãs, etc.)
Belonefobia - medo de alfinetes e agulhas (aiquimofobia)
Bibliofobia - medo de livros
Blennofobia - medo de limo ou coisas viscosas
Bromidrosifobia ou bromidrofobia - medo do cheiro do corpo
Brontofobia - medo de trovões e relâmpagos
Bufonofobia - medo de sapos

C

Cacofobia - medo de feiura
Cacorrafiofobia - medo de fracasso ou falhar
Caetofobia - medo de cabelo
Cainofobia ou cainotofobia - medo de novidades
Caliginefobia - medo de mulher bonita
Cancerofobia - medo de câncer
Cardiofobia - medo de coração
Carnofobia - medo de carne
Catagelofobia - medo do ridículo (estar ou ser)
Catapedafobia - medo de saltar de lugares baixos ou altos
Catisofobia - medo de sentar em baixo
Catoptrofobia - medo de espelhos
Cenofobia ou centofobia - medo de novas coisas ou idéias
Ciberfobia - medo de computadores ou trabalhar com computador
Cibofobia, citofobia ou citiofobia - Medo de comida
Ciclofobia - medo de bicicleta
Cimofobia - medo de ondas ou de movimentos parecidos com ondas
Cinetofobia ou cinesofobia - medo de movimento
Cinofobia - medo de cães
Cipridofobia, ciprifobia, ciprianofobia, ou ciprinofobia - medo de prostitutas ou doença venéreas
Cleptofobia - medo de ser roubado
Ceraunofobia - medo de trovão
Coinonifobia - medo de quartos
Colpofobia - medo de genitais (particularmente o feminino)
Copofobia - medo da fadiga
Corofobia - medo de dançar
Coniofobia - medo de poeira (amatofobia)
Colerofobia - medo da cólera (infecção bacteriana)
Cosmicofobia - medo de fenômenos cósmicos
Crometofobia ou crematofobia - medo de dinheiro
Cromofobia ou cromatofobia - medo de cores
Cronofobia - medo do tempo
Cronomentrofobia - medo de relógios
Claustrofobia - medo de espaços confinados
Cleitrofobia ou cleisiofobia - medo de ficar trancado em lugares fechados
Cleptofobia - medo de ser roubado
Climacofobia - medo de degraus (subir ou cair de degraus)
Clinofobia - medo de ir para cama
Clitrofobia ou cleitrofobia - medo de ficar fechado
Cnidofobia - medo de cordas
Cometofobia - medo de cometas
Coimetrofobia - medo de cemitérios
Coitofobia - medo de trepar (fornicar)
Contreltofobia - medo de abuso sexual
Coprastasofobia - medo de constipação (intestino preso)
Coprofobia - medo de fezes
Coulrofobia - medo de palhaços
Cremnofobia - medo de precipícios
Criofobia - medo de frio intenso, gelo ou congelamento
Cristalofobia - medo de cristais ou vidros

D

Decidofobia - medo de tomar decisões
Defecaloesiofobia - medo de movimentos intestinais dolorosos
Deipnofobia - medo de jantar e conversas do jantar
Dementofobia - medo de insanidade
Demonofobia ou demonofobia - medo de demônios
Demofobia - medo de multidão (Agorafobia)
Dendrofobia - medo de árvores
Dentofobia - medo de dentistas
Dermatofobia - medo de lesões de pele
Dermatosiofobia, dermatofobia ou dermatopatofobia - medo de doenças de pele
Dextrofobia - medo de objetos do lado direito do corpo
Diabetofobia - medo de diabetes
Didasqualeinofobia - medo de ir a escola
Diquefobia - medo de justiça
Dinofobia - medo de vertigens ou redemoinho
Diplofobia - medo de visão dupla
Dipsofobia - medo de beber
Disabiliofobia - medo de se vestir na frente de alguém
Dismorfofobia - medo de deformidade
Distiquifobia - medo de acidentes
Domatofobia ou oiquofobia - Medo de casas ou estar em casa
Dorafobia - medo de pele de animais
Dromofobia - medo de cruzar ruas

E

Eclesiofobia - medo de igreja
Ecofobia - medo de casa
Eicofobia ou oiquofobia - medo da casa do vizinho
Eisoptrofobia - medo de espelhos ou de se ver no espelho
Electrofobia - medo de eletricidade
Eleuterofobia - medo da liberdade
Elurofobia - medo de gatos (ailurofobia)
Emetofobia - medo de vomitar
Enetofobia - medo de alfinete (ou coisas parecidas)
Enoclofobia - medo de multidão
Enosiofobia ou enissofobia - medo de ter cometido um pecado ou crítica imperdoável Entomofobia - medo de insetos
Eosofobia - medo do amanhecer ou luz do dia
Epistaxiofobia - medo de sangrar o nariz
Epistemofobia - medo do conhecimento
Equinofobia - medo de cavalos
Eremofobia - medo de ficar só
Ereutrofobia - medo de ficar vermelho
Ergasiofobia - medo de trabalhar ou de operar (cirurgião)
Ergofobia - medo do trabalho
Eritrofobia, eritofobia ou ereutofobia - medo de luz vermelha ou do vermelho
Erotofobia - medo de amor (sexual) ou questões relacionado ao sexo
Escabiofobia - medo de sarna
Escatofobia - medo de matéria fecal
Escelerofobia - medo de homem mau
Esciofobia ou esciafobia - medo de sombras
Escolafobia – medo de escola
Escolecifobia - medo de vermes
Escopofobia ou escoptofobia - medo de estar sendo olhado
Escotomafobia - medo de cegueira
Escotofobia - medo de escuro
Escriptofobia - medo de escrever em publico
Esfecsofobia - medo de marimbondos
Espectrofobia - medo de fantasmas ou espectros
Espermatofobia ou espermofobia - medo de sêmen
Estasibasifobia ou estasifobia - medo de ficar de pé ou andar (ambulofobia)
Estaurofobia - medo de cruz ou crucifixo
Estenofobia - medo de lugares ou coisas estreitas
Estigiofobia - medo do inferno
Eufobia - medo de ouvir boas novas
Eurotofobia - medo da genitália feminina

F

Fagofobia - medo de engolir ou de comer
Falacrofobia - medo de tornar-se careca
Falofobia - medo do pênis (principalmente quando fica ereto)
Farmacofobia - medo de tomar remédios
Fasmofobia - medo de fantasmas
Febrifobia, fibrifobia ou fibriofobia - medo de febre
Fengofobia - medo da luz do dia ou nascer do sol
Felinofobia - medo de gatos (ailurofobia, elurofobia, galeofobia, gatofobia)
Filemafobia ou filematofobia - medo de beijar
Filofobia - medo de enamorar
Filosofobia - medo de filosofia
Fobia Social - medo de estar sendo avaliado negativamente (socialmente)
Fobofobia - medo de fobias
Fonofobia - medo de barulhos ou vozes ou da própria voz; de telefone
Fotoaugliafobia - medo de luzes muito brilhantes
Fotofobia - medo de luz
Francofobia - medo da França, cultura francesa (galofobia, galiofobia)
Frigofobia - medo do frio, coisas frias
Fronemofobia - medo de pensar
Ftisiofobia - medo de tuberculose

G

Galeofobia ou gatofobia - medo de gatos
Gamofobia - medo de casar
Gefirofobia, gefidrofobia ou gefisrofobia - medo de cruzar pontes
Geliofobia - medo de rir
Geniofobia - medo de manter a cabeça erguida
Genofobia - medo de sexo
Genufobia - medo de joelho(s)
Gerascofobia - medo de envelhecer
Gerontofobia - medo de pessoas idosas
Geumafobia ou geumofobia - medo de sabores
Gimnofobia - medo de nudez
Ginefobia ou ginofobia - medo de mulheres
Glossofobia - medo de falar ou tentar falar em publico
Gnosiofobia - medo do conhecimento
Grafofobia - medo de escrever ou escrever a mão

H

Hadefobia - medo do inverno
Hagiofobia - medo de santos ou coisas santas
Hamartofobia - medo de pecar (pecados)
Hafefobia ou haptefobia - medo de estar sendo tocado
Harpaxofobia - medo de estar sendo roubado
Hedonofobia - medo de sentir prazer
Heliofobia - medo do sol
Helenologofobia - medo de termos gregos ou terminologia cientifica
Helmintofobia - medo de estar infestado com vermes
Hemofobia, hemafobia ou hematofobia - medo de sangue
Heresifobia ou hereiofobia - medo de desafiar a doutrina oficial (governo)
Herpetofobia - medo de répteis ou coisa que arrastam
Heterofobia - medo do sexo oposto (sexofobia)
Hidrargiofobia - medo de medicamentos mercuriais
Hidrofobia - medo de água
Hidrofobofobia - medo de raiva (doença)
Hielofobia ou hialofobia - medo de vidro
Hierofobia - medo de padres ou coisas sacras
Higrofobia - medo de líquidos ou umidade
Hilefobia - medo de materialismo ou de epilepsia
Hilofobia - medo de florestas
Hipengiofobia ou hipegiafobia - medo de responsabilidade
Hipnofobia - medo de dormir ou ser hipnotizado
Hipofobia - medo de casas
Hipopotomonstrosesquipedaliofobia - medo de palavras grandes
Hipsifobia - medo de altura
Hobofobia - medo de bêbados ou mendigos
Hodofobia - medo de atravessar estradas
Hormefobia - medo de ficar abalado ou chocado
Homiclofobia - medo de neblina
Homilofobia - medo de sermões
Hominofobia - medo de homens
Homofobia - medo de homosexualidade ou se tornar homosexual
Hoplofobia - medo de armas de fogo

I

Iatrofobia - medo de ir ao médico ou ao doutor
Ictiofobia - medo de peixe
Ideofobia - medo de idéias
Ilingofobia - medo de vertigem ou sentir vertigem quando olha para baixo
Iofobia - medo de veneno
Insectofobia - medo de insetos
Isolofobia - medo ficar sozinho
Isopterofobia - medo de cupins
Itifalofobia - medo de ver, pensar ou ficar com o pênis ereto

J



L

Laliofobia ou lalofobia - medo de falar
Laquanofobia - medo de verduras
Leprofobia ou leprafobia - medo de lepra
Leucofobia - medo de colarinho branco
Levofobia - medo de coisas do lado esquerdo do corpo
Ligirofobia - medo de barulhos
Ligofobia - medo de escuridão
Lilapsofobia - medo de furacões
Limnofobia - medo de lagos
Linonofobia - medo de cordas
Lissofobia - medo de ficar louco
Liticafobia - medo de processos (civil)
Locquiofobia - medo de nascimento (criança)
Logizomecanofobia - medo de computadores
Logofobia - medo de palavras
Luefobia – medo de sífilis (lues)
Lutrafobia - medo de lontra (mamífero aquático)

M

Macrofobia - medo de esperar muito
Mageirocofobia - medo de cozinhar
Maieusiofobia - medo da infância
Malaxofobia - medo de amar (sarmassofobia)
Maniafobia - medo de insanidade
Mastigofobia - medo de punição
Mecanofobia - medo de máquinas
Medomalacufobia - medo de não ficar com pênis ereto
Medoutofobia - medo do pênis ereto
Megalofobia - medo de coisas grandes
Melissofobia - medo de abelhas
Melanofobia - medo de cor preta
Melofobia –medo ou ódio de música
Meningitofobia - medo de doença nervosa
Menofobia - medo de menstruação
Merintofobia - medo de ficar amarrado
Metalofobia - medo de metal
Metatesiofobia - medo de mudar
Meteorofobia - medo de meteoros
Metifobia - medo de álcool
Metrofobia – medo ou ódio de poesia
Micofobia – medo ou aversão por cogumelos
Microbiofobia - medo de micróbios (bacilofobia)
Microfobia - medo de coisas pequenas
Mictofobia - medo de escuridão
Mirmecofobia - medo de formigas
Misofobia - medo de germens, contaminação ou sujeira
Mitofobia - medo de mitos, estórias ou declarações falsas
Mixofobia - medo de qualquer sustância viscosa (blenofobia)
Mnemofobia - medo de memórias
Molismofobia ou molisomofobia - medo de sujeira ou contaminação
Monofobia - medo de solidão ou ficar só
Monopatofobia - medo de doença incurável
Motorfobia - medo de automóveis
Musofobia ou murofobia - medo de camundongos (ratos)

N

Nebulafobia - medo de neblina (homiclofobia)
Necrofobia - medo de morte ou coisas mortas
Nelofobia - medo de vidro
Neofarmafobia - medo de medicamentos novos
Neofobia - medo de qualquer coisa nova
Nefofobia - medo de nevoeiros
Nictofobia - medo da escuridão ou da noite
Noctifobia - medo da noite
Nomatofobia - medo de nomes
Nictohilofobia - medo de florestas escuras ou a noite
Nosocomefobia - medo de hospital
Nosofobia ou nosemafobia - medo de ficar doente
Nostofobia - medo de voltar para casa
Novercafobia - medo da madrasta
Nucleomitufobia - medo de armas nucleares
Nudofobia - medo de nudez
Numerofobia - medo de números

O

Obesofobia - medo de ganhar peso (pocrescofobia)
Oclofobia - medo de multidão
Ocofobia - medo de veículos
Octofobia - medo do número 8
Odontofobia - medo de dentista ou cirurgia odontológica
Odinofobia ou odinefobia - medo da dor (algofobia)
Oenofobia - medo de vinhos
Olfactofobia - medo de cheiros
Ofidiofobia - medo de cobras
Oftalmofobia - medo de estar sendo vigiado
Ombrofobia - medo de chuva ou de estar chovendo
Ometafobia ou omatofobia - medo de olhos
Oneirofobia - medo de sonhos
Oneirogmofobia - medo de sonhos molhados
Onomatofobia - medo de ouvir certas palavras ou nomes
Osmofobia ou osfresiofobia - medo de odores
Ostraconofobia - medo de ostras
Ouranofobia - medo do céu
Ounitofobia - medo de pássaros
Outofobia - medo de propriedade ou haveres

P

Pagofobia - medo de gelo ou congelamento
Panofobia ou pantofobia - medo de tudo
Pantofobia - medo de sofrimento ou doença
Papirofobia - medo de papel
Paralipofobia - medo de responsabilidade
Parafobia - medo de perversão sexual
Parasitofobia - medo de parasitas
Parasquavedequatriafobia - medo da sexta feira 13
Partenofobia - medo de virgens ou adolescentes (sexo feminino)
Parturifobia - medo de parto
Patofobia - medo de doenças
Patroiofobia - medo da hereditariedade
Pecatofobia - medo do pecado (crime imaginário)
Pediculofobia - medo de piolho
Pediofobia - medo de bonecas
Pedofobia - medo de crianças
Peladofobia - medo de carecas
Peniafobia - medo da pobreza
Pirexiofobia - medo de febre
Pirofobia - Medo de fogo
Placofobia - medo de sepulturas
Plutofobia - medo de opulência
Pluviofobia - medo de chuva ou estar chovendo
Pneumatifobia - medo de espíritos
Pnigofobia ou pnigerofobia - Medo de estar sendo sufocado
Pocrescofobia - medo de ganhar peso (obesofobia)
Pogonofobia - medo de barbas
Poliosofobia - medo de contrair poliomielite
Politicofobia – medo de políticos
Polifobia - medo de muitas coisas
Poinefobia - medo de punição (castigo)
Ponofobia - medo de trabalho pesado ou de dor
Porfirofobia - medo da cor purpura
Potamofobia - medo de rios ou águas correntes
Potofobia - medo de álcool
Prosofobia - medo de progresso
Pselismofobia - medo de gaguejar
Psicofobia - medo da mente
Psicrofobia - medo de frio
Pteromeranofobia - medo de voar
Pteronofobia - medo de ser coçado com penas
Ptiriofobia - medo de piolho (pediculofobia)
Pupafobia - medo de bonecos

Q

Queimafobia ou queimatofobia - medo de frio
Quemofobia - medo de substâncias químicas ou de trabalhar com elas
Quenofobia - medo de espaços vazios
Querofobia - medo de alegria
Quifofobia - medo de parar
Quimofobia - medo de ondas
Quionofobia - medo de neve
Quinofobia - medo de raiva (doença)
Quiraptofobia - medo de ser tocada(o)

R

Rabdofobia - medo de ser severamente punido
Radiofobia - medo de radiação, raio-x
Ranidafobia - medo de sapos
Rectofobia - medo de reto (anus) ou doenças retais
Ripofobia - medo de defecação
Ritifobia - medo de ficar enrugado
Rupofobia - medo de sujeira

S

Sarmassofobia - medo de fazer amor (malaxofobia)
Satanofobia - medo de satã (demônio)
Selafobia - medo de flashes (luzes)
Selenofobia - medo da lua
Seplofobia - medo de material radiativo
Sesquipedalofobia - medo de palavras grandes
Sexofobia - medo do sexo oposto (heterofobia)
Siderodromofobia - medo de trem ou viagem de trem
Siderofobia - medo de estrelas
Sinistrofobia - medo de coisas do lado esquerdo, mão esquerda
Sinofobia - medo de chinês ou cultura chinesa
Sitofobia ou Sitiofobia - medo de comida ou comer (cibofobia)
Socerafobia - medo de padrasto ou madrasta
Sociofobia - medo da sociedade ou de pessoas em geral
Somnifobia - medo de dormir
Simmetrofobia - medo de simetria
Singenesofobia - medo de parentes
Sifilofobia - medo de sífilis
Sofofobia - medo de aprender
Soteriofobia - medo de dependência dos outros
Surifobia - medo de camundongo (rato)
Simbolofobia - Medo de símbolos

T

Taasofobia - medo de sentar
Tacofobia - medo de velocidade
Taeniofobia ou teniofobia - medo de solitária (tênia)
Tafefobia ou tafofobia - medo de ser enterrado vivo
Tapinofobia - medo de ser contagioso
Taurofobia - medo de touro
Tecnofobia - medo de tecnologia
Talassofobia - medo do mar
Teleofobia - medo de definir planos ou de cerimônias religiosas
Telefonofobia - medo de telefone
Tanatofobia ou tantofobia - medo da morte ou de morrer
Teratofobia - medo de crianças ou pessoas deformadas
Testofobia - medo de fazer provas (escolares)
Tetanofobia - medo de tétano
Teutofobia - medo de alemão, cultura ou coisas alemãs
Textofobia - medo de certos tecidos
Teatrofobia - medo de teatro
Teologicofobia - medo de teologia
Teofobia - medo de Deus ou de religião
Termofobia - medo de calor
Tiranofobia - medo de tiranos
Tocofobia - medo de gravidez
Tomofobia - medo de cirurgia
Tonitrofobia - medo de trovão
Topofobia - medo de certos lugares ou situações, que dão medo ou pavor
Toxifobia, toxofobia ou toxicofobia - medo de envenenar-se
Traumatofobia - medo de tramas (físicos)
Tremofobia - medo de tremer
Trisquaidequafobia - medo do número 13
Tropofobia - medo de mudar ou fazer mudanças
Tripanofobia - Medo de injeções
Tuberculofobia - Medo de tuberculose

U

Uranofobia - medo do céu
Urofobia - medo de urina ou do ato de urinar

V

Vacinofobia - medo de vacinação
Venustrafobia - medo de mulher bonita
Verbofobia - medo de palavras
Verminofobia - medo de vermes
Vestifobia - medo de vestir
Virginitifobia - medo de estupro
Vitricofobia - medo do padrasto

X

Xenofobia - medo de estrangeiros ou estranhos
Xerofobia - medo de secura, aridez
Xilofobia - medo de objetos de madeira ou de floresta

Z

Zelofobia - medo de ter ciúmes
Zeusofobia - medo de Deus ou deuses
Zoofobia - medo de animais

Postado por Munekhtew às 09:30  

OS ARQUÉTIPOS Ε Ο INCONSCIENTE COLETIVO

quinta-feira, 19 de março de 2009



A noção de arquétipo e seu correlato, o conceito de inconsciente coletivo fazem parte das teorias mais conhecidas de CG. JUNG. É possível retraçar suas origens até as publicações mais antigas, como a dissertação médica "Sobre a psicologia e psicopatologia dos fenômenos chamados ocultos (1902), em que descreve as fantasias de um jovem médium histérico e procura analisar suas possíveis causas subjetivas. Indicações dos conceitos encontram-se em vários de seus escritos subseqüentes; aos poucos cristalizam-se, a título experimental, as primeiras definições que são formuladas de modo sempre novo, até surgir um ceme teórico mais estável (no sentido original da palavra "concepção").


A primeira parte do volume IX - dividido em dois tomos - consiste de trabalhos, publicados entre 1933 e 1955, que esboçam e aperfeiçoam os dois conceitos. O olume é introduzido por três ensaios que poderíamos considerar como lançamento teórico da pedra fundamental: "Sobre os arquétipos do inconsciente coletivo", fruto de uma conferência na reunião Eranos de 1933; "O conceito de inconsciente coletivo", também um texío de conferência (1936), que teve de ser traduzido do inglês; e "Sobre o arquétipo com referência especial ao conceito de anima", publicado
pela primeira vez em 1936. Seguem publicações que descrevem arquétipos específicos como o da mãe, do renascimento, da ciiança divina, de Core (a donzela), depois o motivo do espírito como aparece em incontáveis variantes dos contos populares e a figura do chamado Trickster. Finalmente estuda a relação dos arquétipos com o processo de individuação, uma vez de modo teórico no ensaio "Consciência, inconsciente e individuaçào" (1939), outra vez de modo prático, isto é, aplicado a um processo particular de individuação, como se vê num trabalho analítico de JUNG, baseado numa série impressionante de quadros.

Do simbolismo das mandalas tratam o úítimo ensaio e um apêndice de 1955. Neles, além de rico material da historiadas religiões e do pensamento humano, há figuras da prática psicoterapêutica do autor, portanto produtos espontâvneos do inconsciente de contemporâneos para descrição e interpretação.

As ilustrações, que foram publicadas pela primeira vez na edição de "Gestaltungen des Unbewussten" (1954), foram refotografadas com melhor técnica para mais perfeita reprodução no volume das Obras Completas. Além disso foi possível reproduzir parcialmente em cores toda a série de figuras que ilustra o ensaio "A empiria do processo de individuaçâo" e acrescentar mais sete figuras que o próprio autor escolheu dentre o material que teve em mãos para a edição anglo-americana do tomo 1X/1 (1959).

Retirado do livro: Os Arquetipos e o Inconsciente Coletivo - Carl Gustav Jung, editora Vozes, ISBN(edição alemã) 3.530.400s4-x, ISBN(edição brasileira) 85.326.2354-9

Postado por Munekhtew às 14:46  

Sobre

Sobre o autor:

Meu nome é Denis Alves. Sou simpatizante pela Psicologia e Medicina. Gosto das obras de Carl Gustav Jung, e seu conceito pelo Inconsciente Coletivo, são para mim, uma das melhores obras já existente. Gosto de Música Clássica Erudita, e meu compositor favorito é Antonio Lucio Vivaldi, mas gosto de ouvir outros estilos de música também, como, Rock, Blues, Jazz e etc. A música é muito importante para o desenvolvimento, porque passa uma mensagem de paz ou de guerra, tudo depende da música que se ouve. Meu hobby favorito é tocar violão, estudei violão e guitarra por 4 anos. Me interesso muito por estudos de diferentes tipos de religião que existe no mundo, como Hinduismo, Budismo, Taoismo, Judaismo, Cristianismo, Islamismo e Paganismo. Sou católico, mas pratico o budismo tibetano da escola Nyingma, e me interesso muito pela cultura tibetana, e seus mistérios. Adoro a tecnologia e a ciência da computação, sou usuário de Linux à 3 anos. Minha distribuição Linux favorita é o SUSE Linux Enterprise Desktop, já usei diferentes distribuições como, Red Hat, Slackware, Debian e Gentoo. Me interesso muito pelo ocultismo e práticas de diferentes povos do mundo, um autor que eu admiro é John Dee e seus estudos sobre o Hermetismo. Sou vegetariano à quase 2 anos, decidir ser vegetariano por mim mesmo. Meus pratos favoritas são comida chinesa e japonesa, mas sempre me interesso por comer novos tipos de pratos.

Sobre o Blog:

Fiz esse blog como meio de mostrar meus estudos e práticas. Nesse blog falarei sobre estudos da Psicologia Analítica de Jung e da Psicanálise de Freud, alguns outros assuntos que vou abordar são Filosofia, Antropologia, Historia e Medicina. Dedico esse blog para todos os estudantes e aprendizes da vida.

Postado por Munekhtew às 14:32  

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